Depois dos bancos, não conheço empresas no Brasil que pareçam mais dedicadas a tornar a vida de seus clientes um inferno que as telefônicas. Qualquer pessoa que já tenha tido que lidar com qualquer uma delas tem histórias de horror para contar, desde casos de burrocracia e ignorância de atendentes até a má-fé pura e simples.
Pois lá no Nova Corja, o Walter está com um relato que é, ao mesmo tempo, o pior caso que já ouvi e um exemplo de como lidar com este tipo de situação.
Pois bem, após o registro das fotos, retornei para a sala de espera e continuei conversando com outras pessoas que reclamavam do atendimento. Eis, então, que surge a funcionária TATIANA DA SILVA HENSEL e, num tom ameaçador, diz: “O senhor não pode tirar fotos aqui.”
Olho para a funcionária e, sem dizer nada, troco a função da máquina para filmadora e dirijo a câmera em direção a ela, para registrar toda sua amargura. Tatiana, que certamente ganha um salário estrondoso da empresa, tenta arrancar a câmera das minhas mãos:
É difícil pescar só um pedaço, e a vontade é citar o post inteiro aqui. Vão lá e leiam tudo, por favor.
UPDATE: a história continua.
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