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best short machinima

September 4th, 2007 · 2 Comments

Sim, eu tenho sido muito relapso com meus blogs nas últimas semanas, e com nenhum mais do que com este daqui. A verdade é que eu ando envolvido em outras coisas que não têm me deixado muita vontade de escrever sobre os assuntos que costumo tratar neste recanto. De toda forma, algumas dessas coisas serão tornadas públicas por aqui em breve, e espero conseguir me reorganizar e retomar a escrita em todos os blogs de que participo.

Mas, como já disse antes, especialmente em tempos de RSS, não vejo razão para ficar escrevendo posts pedindo desculpa pela falta deles. Não, a razão deste post é para falar do que, pra mim, é a primeira notícia realmente bacana a envolver o Second Life desde que ouvi falar no dito cujo, lá em 2005.

No começo deste ano, um machinima mostrando os diários de alguém que tinha deixado sua primeira vida para viver inteiramente em Second Life, gerou bastante comentários depois de ser descoberto no YouTube e divulgado pelo New World Notes e o Boing Boing. Parece, inclusive, que chegou a figurar por alguns dias entre os mais visualizados do serviço de vídeo.

Pois agora estes mesmos blogs noticiam que os direitos de divulgação deste machinima - que na verdade era para ser o primeiro episódio de uma série a ser publicada em um canal europeu via web, mas acabou caindo no YouTube “por acidente” - foram comprados pelo canal HBO. Ainda mais impressionante é o projeto de divulgação planejado: inscrever este episódio que já existe para concorrer ao Oscar de melhor curta de animação, fazer o lançamento oficial em Sundance, e enfim passar a mostrar a série nos seus canais, lá por meados de 2008.

Confesso que nem achei o filme (que ainda pode ser visto aqui) tão bom assim - embora seja impressionante, para quem já usou Second Life alguma vez, pensar no trabalho que deu. Mas fico feliz de ouvir uma história de sucesso relacionada a isso e que não envolva apenas a customização de avatares ou a criação de roupas e prédios.

Tags: cultura · games · televisão

2 responses so far ↓

  • 1 Emiliano Urbim // Sep 5, 2007 at 1:45 pm

    Machinima não faz nenhum sentido conceitualmente. Por que usar um game “ao vivo” como forma de animação se existe muito mais controle com software próprio para isso? É como publicar literatura em um caderno de classificados.

  • 2 Solon // Sep 5, 2007 at 2:01 pm

    EMILIANO: faz sentido prático. é muito mais fácil usar um jogo, ainda mais se tu já o utiliza para os fins clássicos (como é, normalmente, o caso de quem faz machinima com jogos como World of Warcraft ou Halo). não foi por acaso que criaram aquele jogo The Movies.

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