Agora eles concordaram em borrar e manipular imagens no Google Earth de quaisquer prédios que o governo indiano considerar estratégicos. Se a matéria pode ser confiada, o que realmente me parece problemático é que eles irão “distorcer a planta dos prédios ao adicionar estruturas onde antes não existiam”, e vão concordar com tudo que o governo listar como precisando ser “camuflado”.
Eu entendo que governantes fiquem preocupados com o tipo de detalhe que criminosos podem arrecadar através de algo como o Google Earth. Mas adicionar “estruturas onde ainda não existiam” e aceitar requisições sem discutir seus méritos - espero ansiosamente pelo pedido de governantes brasileiros para que tal ação seja tomada em relação às imagens da Av. Paulista ou das praias do Rio - devem diminuir a utilidade e confiabilidade do serviço. E certamente não vai ajudar em nada a problemática imagem pública da Google.
Por falar em Google, o Mark Cuban continua com seu ataque aos seus serviços de vídeo, dizendo que estão se fazendo de louco ao dizer que não podem filtrar o upload de material com direitos autorais. Se fosse assim, diz ele, também seriam incapazes de filtrar conteúdo pornográfico, quando a verdade é que não se encontra vídeos pornô no Google Video ou no YouTube. Ele também está pedindo aos usuários que tentem fazer uploads de suas pornografias para ver o que acontece.
2 responses so far ↓
1 Fabio Negro // Feb 5, 2007 at 2:08 pm
Bom, penso que imagens aéreas de qualquer país passam pela soberania nacional, não?
E também penso que eles tão preocupados com os States, os patrulheiros anti-atômicos “do mundo livre”, uqe continuam com seu programa de espionagem a toda velocidade. A última coisa GRANDE com os espiões dos EUa foi aquele avião cabuloso que acabou caindo na China e não foi devolvido antes de ter suas informações copiadas. Até desmontaram o avião pra copiar o projeto.
2 eu já sabia at Caveat Emptor // Feb 16, 2007 at 1:13 am
[…] mais depois da história da Google aceitar os pedidos do governo indiano para que borrasse e manipulasse imagens de prédios “estratégicos”, era só questão […]
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