Parece que chegamos ao primeiro mundo, pelo menos no que concerne a questão de direitos autorais. Segundo a Agência Estado, pela primeira vez brasileiros foram incluídos em meio a 8 mil ações judiciais contra usuários que utilizam programas peer-to-peer para baixar músicas.
Não só isso, mas é a primeira vez que vejo o SoulSeek ser citado entre os programas alvejados pelos advogados das grandes gravadoras. Desenvolvido por apenas uma pessoa e com sistema de distribuição centralizado em servidores, nunca entendi como RIAA e sua turma até hoje não tentaram tirá-lo do ar. Com essa, é possível que seus dias estejam contados.
De toda forma, parece que brasileiros que, como eu, tenham costume de utilizar este tipo de programa para baixar MP3 devem começar a ter mais cuidado, além de deixar uns € 2500 guardados para emergências. Também podem tentar achar o que buscam na web, seja através de blogs como o Música Social, seja através de buscas específicas no Google.
UPDATE: aqui tem mais informações e uma análise bastante interessante sobre o assunto.
3 responses so far ↓
1 Emiliano Urbim // Oct 18, 2006 at 4:50 pm
Tá muito afudê esse teu site!
2 Marcus // Oct 18, 2006 at 4:51 pm
O que protegeu o SoulSeek até agora foi o fato de ser um serviço pequeno e voltado para fãs de bandas que não são exatamente as campeãs de vendagens. Sempre foi uma coisa indie e restrita.
Infelizmente, deve ir para o saco rapidinho, mesmo.
3 träsel // Oct 23, 2006 at 8:21 pm
concordo com o marcus, o soulseek era pequeno demais para fazer marola no mercado fonográfico.
seria interessante se as pessoas que trocam músicas publicassem a lista de bandas que têm no HD e apontassem quais discos são vendidos no brasil.
duvido que eu tenha mais de dez artistas cujos CDs poderia ter comprado sem importar.
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